Troque consumo por autoestima



Hoje vivemos em uma cultura do desejo, que valoriza a vontade das pessoas, incentiva o querer mais e mais. Mas o desejo é uma ordem? Precisamos tratá-lo como algo emocional ou conseguimos racionalizá-lo?

O desejo de consumo nos traz ansiedade, inquietação, que se não canalizarmos para o bem pode ser algo sem fim. Quando adquirimos o que desejamos logo vamos para um próximo desejo e assim por diante.

Para encarar esse sentimento de forma saudável é preciso se fortalecer internamente. Com crescimento emocional, você ganha consciência do que precisa e não se deixa seduzir.

A indústria da moda está aí, vive no capitalismo e lança o tempo todo coisas sensacionais, mas vai de você saber suas prioridades e o que realmente vai fazer a diferença para você.

Na verdade ninguém precisa exatamente de peça nem em grande quantidade, o que você precisa são poucas e boas peças, com qualidade que farão a diferença no seu armário.

Peças que farão você dar um salto no visual, pensadas, planejadas e que transmitam a imagem que quer passar.

É preciso se apegar ao que se conquista, dar o devido valor e usar muito, fazendo valer cada centavo gasto, maximizando as combinações possíveis com peças do seu armário.

É tempo de ter consciência financeira, de viver bem a vida, de dar importância ao que realmente importa!

E lembrar que quando a gente adquire algo que faz a diferença a gente ganha mais, aumenta o valor da peça, então não adianta comprar por comprar!

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